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	<title>Comentários sobre: Caríssimos</title>
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	<description>"Naturalmente ele pensa, mas ele pensa tudo, ao contrário, em relação com ele mesmo que tem um interesse infinito pela existência."</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 22:51:59 +0000</pubDate>
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		<title>Por: G. Ferreira</title>
		<link>http://interesse.wordpress.com/2008/04/03/carissimos/#comment-44</link>
		<dc:creator>G. Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 03:39:03 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;Pois é Adamastor.

Não se trata de dar ouvidos, mas sobretudo de não calar. Justamente porque ele hipostasia o raso e o fraco que se deve jogar a pá de cal.... em definitivo.

Abraços e volte sempre.

G.&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Pois é Adamastor.</p>
<p>Não se trata de dar ouvidos, mas sobretudo de não calar. Justamente porque ele hipostasia o raso e o fraco que se deve jogar a pá de cal&#8230;. em definitivo.</p>
<p>Abraços e volte sempre.</p>
<p>G.</i></p>
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		<title>Por: Adamastor</title>
		<link>http://interesse.wordpress.com/2008/04/03/carissimos/#comment-43</link>
		<dc:creator>Adamastor</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 23:48:06 +0000</pubDate>
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		<description>O tal Gullar é raso - muito raso. Não é para estranhar que ele seja apreciado por tanta gente. Alguém aí já ouviu suas declamações em programas de tv? "Ele é poeta! Ele é poeta!" - gritem, gritem alto!

É preciso dar à luz a um novo cânone. É preciso esquecer o que esta pretensa massa crítica (intelectualóide) se determinou como "algo". "Algo artístico", "algo a ser apreciado", "algo belo". (Que razão é esta que é turva (e pretenciosa) para dizer das coisas que são?). É esta disposição favorável aos "algos" que gera e sustenta um Gullar, por exemplo. A mesma que fecunda e alimenta um Mautner, um Zé Celso, um Chiquinho Buarque.

Que sejam todos esses e todos os demais esquecidos em definitivo. Se for possível, é claro. Se não for, que tais nomes sirvam de referência a tudo o que é raso, fraco, degenerativo, vergonhoso, fétido, pútrido: o esterco residual que o novo homem nasceu.

Aos que têm inter-esse por estas linhas: você achou a """"reflexão"""  do Gullar significativa? Devemos dar ouvidos a quem se criou para chegar aos 60 do jeito que ele chegou? Ou será que ele merece ser esquecido em denitivo?

...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tal Gullar é raso - muito raso. Não é para estranhar que ele seja apreciado por tanta gente. Alguém aí já ouviu suas declamações em programas de tv? &#8220;Ele é poeta! Ele é poeta!&#8221; - gritem, gritem alto!</p>
<p>É preciso dar à luz a um novo cânone. É preciso esquecer o que esta pretensa massa crítica (intelectualóide) se determinou como &#8220;algo&#8221;. &#8220;Algo artístico&#8221;, &#8220;algo a ser apreciado&#8221;, &#8220;algo belo&#8221;. (Que razão é esta que é turva (e pretenciosa) para dizer das coisas que são?). É esta disposição favorável aos &#8220;algos&#8221; que gera e sustenta um Gullar, por exemplo. A mesma que fecunda e alimenta um Mautner, um Zé Celso, um Chiquinho Buarque.</p>
<p>Que sejam todos esses e todos os demais esquecidos em definitivo. Se for possível, é claro. Se não for, que tais nomes sirvam de referência a tudo o que é raso, fraco, degenerativo, vergonhoso, fétido, pútrido: o esterco residual que o novo homem nasceu.</p>
<p>Aos que têm inter-esse por estas linhas: você achou a &#8220;&#8221;"&#8221;reflexão&#8221;"&#8221;  do Gullar significativa? Devemos dar ouvidos a quem se criou para chegar aos 60 do jeito que ele chegou? Ou será que ele merece ser esquecido em denitivo?</p>
<p>&#8230;</p>
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