Caríssimos
Sei que estou devendo posts. Entretanto essas semanas estão atribuladas. Mas até o final desta, um comentário sobre a coluna do Ferreira Gullar no domingo passado.
Até lá, o que você pensa?
Sei que estou devendo posts. Entretanto essas semanas estão atribuladas. Mas até o final desta, um comentário sobre a coluna do Ferreira Gullar no domingo passado.
Até lá, o que você pensa?
Junho 3, 2008 em 11:48 pm
O tal Gullar é raso - muito raso. Não é para estranhar que ele seja apreciado por tanta gente. Alguém aí já ouviu suas declamações em programas de tv? “Ele é poeta! Ele é poeta!” - gritem, gritem alto!
É preciso dar à luz a um novo cânone. É preciso esquecer o que esta pretensa massa crítica (intelectualóide) se determinou como “algo”. “Algo artístico”, “algo a ser apreciado”, “algo belo”. (Que razão é esta que é turva (e pretenciosa) para dizer das coisas que são?). É esta disposição favorável aos “algos” que gera e sustenta um Gullar, por exemplo. A mesma que fecunda e alimenta um Mautner, um Zé Celso, um Chiquinho Buarque.
Que sejam todos esses e todos os demais esquecidos em definitivo. Se for possível, é claro. Se não for, que tais nomes sirvam de referência a tudo o que é raso, fraco, degenerativo, vergonhoso, fétido, pútrido: o esterco residual que o novo homem nasceu.
Aos que têm inter-esse por estas linhas: você achou a “”"”reflexão”"” do Gullar significativa? Devemos dar ouvidos a quem se criou para chegar aos 60 do jeito que ele chegou? Ou será que ele merece ser esquecido em denitivo?
…
Junho 4, 2008 em 3:39 am
Pois é Adamastor.
Não se trata de dar ouvidos, mas sobretudo de não calar. Justamente porque ele hipostasia o raso e o fraco que se deve jogar a pá de cal…. em definitivo.
Abraços e volte sempre.
G.