Caríssimos

Sei que estou devendo posts. Entretanto essas semanas estão atribuladas. Mas até o final desta, um comentário sobre a coluna do Ferreira Gullar no domingo passado.

Até lá, o que você pensa?

Technorati : ,
Del.icio.us : ,

Etiquetas: ,

2 Respostas para “Caríssimos”

  1. Adamastor Disse:

    O tal Gullar é raso - muito raso. Não é para estranhar que ele seja apreciado por tanta gente. Alguém aí já ouviu suas declamações em programas de tv? “Ele é poeta! Ele é poeta!” - gritem, gritem alto!

    É preciso dar à luz a um novo cânone. É preciso esquecer o que esta pretensa massa crítica (intelectualóide) se determinou como “algo”. “Algo artístico”, “algo a ser apreciado”, “algo belo”. (Que razão é esta que é turva (e pretenciosa) para dizer das coisas que são?). É esta disposição favorável aos “algos” que gera e sustenta um Gullar, por exemplo. A mesma que fecunda e alimenta um Mautner, um Zé Celso, um Chiquinho Buarque.

    Que sejam todos esses e todos os demais esquecidos em definitivo. Se for possível, é claro. Se não for, que tais nomes sirvam de referência a tudo o que é raso, fraco, degenerativo, vergonhoso, fétido, pútrido: o esterco residual que o novo homem nasceu.

    Aos que têm inter-esse por estas linhas: você achou a “”"”reflexão”"” do Gullar significativa? Devemos dar ouvidos a quem se criou para chegar aos 60 do jeito que ele chegou? Ou será que ele merece ser esquecido em denitivo?

  2. G. Ferreira Disse:

    Pois é Adamastor.

    Não se trata de dar ouvidos, mas sobretudo de não calar. Justamente porque ele hipostasia o raso e o fraco que se deve jogar a pá de cal…. em definitivo.

    Abraços e volte sempre.

    G.

Deixe um comentário